Fundação: Agosto de 2011
O moto-clube Anjos Selvagens é um grupo familiar, estamos em fase de desenvolvimento e muitos projetos ainda serão realizados. Queremos ir muito além de conquistar apenas asfaltos, caminhos e estradas! Queremos seguir uma filosofia de vida, onde o que impera é o gosto pelo motociclismo, queremos com isso mostrar que é possível ser um motociclista de verdade, dentro dos códigos de ética e moral, que aprendemos desde nossa infância. Mas muito distante de obedecer os limites impostos pela sociedade, no qual o orgulho e o preconceito parecem ganhar dimensões infindáveis. É isso! Somos do bem, queremos viver a nossa filosofia, longe de qualquer imposição mundana.
RESPONSÁVEIS PELO GRUPO:
- Marcos César - Presidente
- Patrícia Locatelli - Vice Presidente
Para fazer parte desta família envie seus dados para o e-mail: anjosselvagensmc@hotmail.com
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REGRAS BÁSICAS DE INCLUSÃO
- Não importa o ano, modelo ou cilindrada de sua moto, mas é indispensável ter o motociclismo no sangue e deixar que seu coração seja guiado por sua moto.
- Seguir os princípios básicos de caráter e valores humanos.
- Não usar drogas.
- Não portar armas quando estiver com o grupo.
- Participar do maior número de reuniões possíveis
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REGRAS PARA CONDUÇÃO
- Todo deslocamento deverá ter ampla divulgação do local da concentração, onde os participantes deverão comparecer com 30 minutos de antecedência para a vistoria.
- Os convidados deverão receber previamente cópia das normas de segurança adotadas pelo SMG.
- Deverá ser feita uma vistoria formal das condições de segurança do motociclista e da motocicleta, na concentração, antes de cada passeio ou viagem; sendo esta vistoria feita pelo presidente ou membro por ele indicado.
- Não é recomendável o uso de capacetes abertos e bermudas em passeios fora do perímetro urbano.
- A determinação da rota, escolha do batedor e do porteiro deverá ser feita em conjunto pelo grupo, na concentração anterior a cada deslocamento conjunto.
- Se possível, deverão ser planejadas as paradas para reabastecimento, com distancia percorrida limitada a 180 km, com a previsão para refeições e uso de sanitários.
- O pelotão deve seguir o batedor, que é responsável por cumprir a rota, as paradas e limites de velocidade pré-determinadas para o percurso.
- O batedor é responsável por iniciar a sinalização manual de condução que deve ser repetida sucessivamente pelos componentes.
- O pelotão deve se deslocar em posição alternada, onde nenhuma motocicleta deve ficar ao lado ou imediatamente atrás de outra (fila indiana).
- Em caso de necessidade de reabastecimento, o motociclista deverá adiantar-se até o lado esquerdo do batedor e fazer a sinalização devida.
- Em viagens, a velocidade de cruzeiro deve ser compatível com os padrões legais da rodovia, onde mesmo sob condições climáticas e de pavimento ideais deve ser limitada a 120 km/h.
- Em caso de chuva, a velocidade máxima não deverá ultrapassar a 80 km/h e deverá ser menor, conforme as condições climáticas e da pavimentação assim exigirem.
- No perímetro urbano, a velocidade deverá seguir os limites legais das ruas e avenidas.
- As velocidades poderão ser maiores, em situações de ultrapassagem ou quando a segurança recomendar a aceleração.
- Cada componente do pelotão deve estar atento a eventual parada do motociclista que vem imediatamente atrás de si.
- O pelotão deve deslocar-se pela pista da direita, ou pela central, quando houver mais de duas pistas em uma mesma direção.
- A ordem das motocicletas dentro do pelotão pode ser alternada livremente, excluindo-se o batedor e o porteiro.
- O pelotão deve deslocar-se de forma compacta, sem prejuízo da distância mínima de segurança entre as motos.
- O porteiro é responsável por observar o comportamento geral do pelotão e dos veículos que vem atrás de si.
- Cada motociclista que fizer uma ultrapassagem de veículo deverá adiantar-se do mesmo com o espaço suficiente para que o próximo a ultrapassar tenha espaço para se colocar.
- Cada motociclista que realizou uma ultrapassagem deve ajudar, através de sinais, a ultrapassagem do próximo.
- Após cada ultrapassagem de veículo o ritmo da velocidade dos que já fizeram a ultrapassagem deve ser diminuído para que todo o pelotão a realize.
- Em caso de parada de um dos componentes do pelotão, o porteiro deverá fazer-lhe companhia, enquanto que o penúltimo da fila deverá alcançar o batedor para informar e parar todo pelotão.
- A cada parada, é recomendável a troca de informações e experiências adquiridas no trajeto concluído, principalmente com o porteiro que a todos observou.
- Ao final de cada deslocamento deve ser feita uma avaliação geral para aprimoramento das normas escritas e da pilotagem de cada componente.
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Primeira viajem como grupo: Rota277/820km em dois dias




